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Michel Tasky, retrato de estúdio com paletó de veludo azul

Cantor, compositor e pianista · Bruxelas — Rio de Janeiro — Lisboa

Michel Tasky

O belga mais carioca do pedaço.

Trinta anos de rodas de samba no Rio, o charme da chanson française e um show novo, cem por cento autoral: Alma Apressada.

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Show para teatros, centros culturais e festivais · 80 min · quarteto ou quinteto

30 anosna cena do samba carioca
4 álbunsUniversal Music, Tratore, Tunecore
14 cançõesautorais em Alma Apressada
2 idiomasno palco: português e francês, falas também em EN, ES e NL

O show · O álbum (2024)

Alma Apressada

Ao chegar aos 60 anos, Michel Tasky compôs 14 canções sobre os amores que deram certo e os que deram errado, sobre a paixão pelo Rio de Janeiro e sobre o tempo que passa para todas e todos.

O resultado é um passeio saudosista e bem-humorado em que a síncope do samba de raiz, do samba-canção e da bossa nova encontra a elegância retrô da chanson française, com um toque de cabaré. Entre uma música e outra, Michel conta as histórias por trás de cada canção (traições, desilusões, migração, as escolhas que nos definem) e o público se reconhece nelas.

Arranjos de Itamar Assiere, tecladista e arranjador de Gal Costa, Caetano Veloso, Ivan Lins e João Bosco, para as canções em português, e da violonista Elodie Bouny para as canções em francês.

“Um ser humano imperfeito que se olha no espelho da vida aos sessenta anos e pensa no que fez, no que foi, no que viveu e no que será o amanhã.”

do release de Alma Apressada
Capa do álbum Alma Apressada
Capa oficial · 1:1
I

Pertencimento

Do nascimento em Bruxelas ao coração carioca, passando por Lisboa: ser de um país e morar em outro.

Geminiano Apressado · Volta ao Tempo · La Crise Éternelle · Ma Liberté · Quand Vient le Printemps

II

Amores e relacionamentos

O casamento que não deu certo, o primeiro grande amor, a beleza que passa, gênero e tolerância.

Criatura Superior · Quand les Poules auront des dents · Deus Grego-Carioca · Morrer de Amor Não Leva a Nada · Cantada Uó · Binário · Olhar de Ilusão

III

Contradições

A distância entre o que dizemos e o que fazemos, e o humor de quem acaba de fazer sessenta.

Dissonância Cognitiva · O Novo Quarenta

Ouça o álbum

Player · Spotify (álbum completo, 352 px)
  1. Geminiano Apressado6:00
  2. Morrer de Amor Não Leva a Nada4:49
  3. Volta ao Tempo (com Nani Medeiros)5:17
  4. Dissonância Cognitiva3:50
  5. Binário4:24
Em gravação

Próximo álbum · Piano e voz

Les Rides du Temps

O próximo capítulo é em francês.

Treze canções autorais para voz e piano sobre o tempo que passa, a imigração, o racismo, a velhice e a turma de amigos de sempre: histórias pitorescas e atípicas, do jeito que Michel gosta de contar. Um espetáculo intimista, pensado para pequenas salas.

Prévia

Player de áudio · 2–3 faixas
  • La Crise Éternelle3:46
  • Laissé pour compte3:41
  • Mettre les voiles4:30

Lançamento previsto: a definir

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Capa provisória: quadrado com o título em tipografia (até existir arte oficial)

Ouvir & ver

Michel no palco e na tela

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Michel Tasky sorrindo, de camisa colorida

“Michel é belga, como Jacques Brel. Com a vantagem de ser legitimamente bilíngue, malandro nas duas bossas.”

Hugo Sukman, jornalista e pesquisador musical, sobre Um Malandro em Paris

Quem é Michel Tasky

Um homem sem fronteiras

Michel Tasky nasceu e cresceu num subúrbio de Bruxelas, na Bélgica francófona dos anos 1960. Chegou ao Rio de Janeiro em 1993, como jovem economista, para implantar projetos dos Médicos Sem Fronteiras, e logo descobriu que sua alma era brasileira e musical. Ficou quase trinta anos na cidade, naturalizou-se brasileiro e hoje divide a vida entre Lisboa e longas temporadas no Rio.

Na noite carioca, aprendeu com quem fez a história: frequentou as Cantoras do Rádio, estudou piano com Cristovão Bastos e pandeiro com Marcos Suzano, dividiu o palco com as Meninas da Serrinha, guardiãs do jongo, e teve com Eliane Faria o bloco de carnaval Tem Gringo no Samba. Lançou seus três primeiros discos no Teatro Maison de France.

Bacharel em MPB e arranjo pela UNIRIO, Michel vive na encruzilhada entre a malandragem carioca, a chanson française e o fado português. Aos sessenta, transformou essa travessia em canções próprias.

Baixar biografia (PDF) →

Discos

Discografia

Quatro álbuns e um quinto a caminho: do francês para a MPB, do samba de raiz à canção autoral.

Les Rides du Temps
capa provisória

Les Rides du Temps Em gravação

Próximo álbum · piano e voz

Treze canções autorais em francês, para voz e piano.

Capa de Alma Apressada

Alma Apressada

2024 · Tunecore

O primeiro álbum 100% autoral: samba, samba-canção, bossa nova e chanson française sobre amor, pertencimento e o tempo que passa.

Capa de Um Malandro em Paris

Um Malandro em Paris

2017 · Independente / Tratore

Sambas que mencionam a França ou brincam com o francês, em roupagem de gafieira contemporânea e retrô: de Assis Valente e Nei Lopes a Chico Buarque, com inéditas de Michel.

Capa de Deu Samba

Deu Samba

2007 · Seven Music / Universal Music

Samba de raiz gravado no subúrbio do Rio, entre regravações antológicas e uma autoral, “Arpoador”.

Capa de Accord d'Accord

Accord d'Accord

2002 · Independente

Pérolas da MPB vertidas para o francês, guardando o charme da fala brasileira. O título faz referência a “Joana Francesa”, de Chico Buarque.

Imprensa

O que disseram

“Da música francesa Michel foi malandro e pegou a leveza e o humor. Do samba, a bossa, o lirismo e a inteligência.”

Hugo Sukman, jornalista, pesquisador musical e ex-correspondente do Globo na França, sobre Um Malandro em Paris

Ler a resenha completa (PDF · PT · FR) →

  • Veja
  • Veja Rio
  • O Globo
  • Estadão
  • Ana Ramalho
  • Lu Lacerda
  • Micmag
  • Canal Stingray
  • Na imprensa desde os anos 1990: Veja (1996), Veja Rio (1997 e 2003), Estadão (2004), O Globo (2014 e 2015)
  • Projeto selecionado pelo edital Quintas do BNDES (Um Malandro em Paris)
  • Exibido no canal Stingray em vários países
  • Lançamentos no Teatro Maison de France (Rio de Janeiro) e shows em Bruxelas
Recorte da revista Veja, 1996
Veja, 1996
Recorte da Veja Rio, 2003
Veja Rio, 2003
Recorte do Estadão, 2004
Estadão, 2004
+10 recortes
O Globo, blogs…

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Fotos e momentos

Trinta anos de palco

Fotos: créditos dos fotógrafos Fotos em alta resolução para imprensa →

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